Research AI Agent
Pesquisa automática de jurisprudência e análise de precedentes. A pesquisa jurisprudencial trava porque a busca é por palavra: você tenta cinco combinações de termos, abre trinta acórdãos e descobre que dois servem. O tempo vai embora na triagem, não no raciocínio.
Como funciona
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A tese é descrita em linguagem natural — o caso, a posição que você quer sustentar, o tribunal que importa.
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A busca é semântica: procura decisões pelo sentido do argumento, não pela coincidência de palavras, cobrindo as bases que o escritório já assina.
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Cada resultado vem com o trecho que sustenta a tese, o sentido da decisão (favorável ou contrária) e a data — decisão superada é sinalizada.
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A saída é um memorando com os precedentes ranqueados e o link para o inteiro teor de cada um, pra conferência.
Casos de uso
Levantamento de precedentes antes de peticionar, com o contra-argumento já mapeado.
Monitoramento de virada de entendimento num tribunal específico sobre um tema recorrente da carteira.
Preparação de sustentação oral com as decisões mais recentes do próprio colegiado.
Perguntas frequentes
De onde vêm as decisões?
Das bases que o escritório já usa e dos repositórios públicos dos tribunais. Não criamos base própria nem inventamos ementa — todo resultado traz o link do inteiro teor.
E o risco de citar decisão que não existe?
Esse é o erro clássico de usar chatbot genérico para jurisprudência. Aqui o agente só devolve decisão recuperada de base real, com link verificável; nada é gerado de memória.
Funciona para tribunais estaduais?
Sim, desde que a base esteja acessível. A cobertura é definida na implantação, junto com os tribunais que a sua carteira realmente usa.
Faz sentido para a sua operação?
A conversa começa pelo seu processo, não pela ferramenta: a gente mapeia onde o tempo está indo e diz se Research AI Agent resolve — ou se o problema é outro.
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